A Jornada de Superação e a Necessidade de Naturalizar o Tratamento das Doenças Mentais
Demitido em meio ao tratamento psiquiátrico, minha jornada de luta contra o estresse e a pressão no trabalho: Esgotamento físico e mental. Demissão injusta? O que aconteceu? Essa é minha jornada em busca de superação.Em 2025, minha vida virou de cabeça para baixo. Após ser diagnosticado com a síndrome de burnout, um quadro de exaustão extrema, tanto física quanto mental, fui afastado do trabalho para um tratamento psicológico e psiquiátrico. Durante esses meses, passei por um processo doloroso de autoconhecimento e cura. Mas, ao retornar ao meu posto, em um retorno gradual recomendado pelos médicos, fui surpreendido com a demissão. Como pode ser que, após todo o esforço para me reerguer, em busca de um tratamento digno e com acompanhamento profissional, a resposta do meu empregador tenha sido essa? Uma demissão cruel, sem levar em consideração minha saúde mental.Essa pergunta ecoa em minha mente e na de tantos outros que, como eu, enfrentam uma realidade dura no mercado de trabalho, onde as doenças mentais ainda são estigmatizadas, tratadas como fraquezas, e muitas vezes, ignoradas. O que aconteceu não foi apenas uma injustiça pessoal, mas uma reflexão sobre a forma como a sociedade ainda trata quem sofre de transtornos emocionais. Essa é minha jornada, minha luta, em busca de superação. Não estou sozinho. Quero que minha história sirva de voz para tantos outros que se veem presos no ciclo de pressão e esgotamento, sem poderem se permitir ser vulneráveis, sem encontrar apoio.
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